Primeiro a foca, agora a loba
Se há uma coisa que eu detesto, mas realmente não suporto, é gentinha "lobo em pele de cordeiro". OK, você vai dizer, mas quem gosta? Lógico que ninguém gosta, mas eu DETESTO e tenho que expressar aqui esse meu desgostar.
Detesto a loba em pele de cordeiro mais do que detesto gente ruim-ruim-ruim-de-marré-de-si, porque gente ruim-ruim-ruim-de-marré-de-si é ruim e pronto, não fica de lero lero mansinho pra cima dos outros, mas a loba...
Eu gostaria de poder aqui descrever fatos e dar nomes aos bois, mas isso significaria trazer essa pessoa de volta para a minha vida, ainda que vida virtual, e isso é a última coisa que quero. Significa também contar coisas que a pessoa aprontou com outros, o que contraria a minha política de "se não é da minha conta eu não me envolvo". Mas me dá um nó no estômago cada vez que entro num blog e vejo o comentário todo docinho da pessoa, quando sei que por trás da tela, aqui na vida real ( que convenhamos, é a que importa ), a pessoa só tem comentários maldosos e palavras amargas a dizer dos outro ( e para os outros ).
Por algum tempo, ouvia as "aprontações" dessa pessoa e pensava, ela é louca. Hoje acho que não é loucura, é pobreza de espírito mesmo. Pobreza de espírito porque a pessoa não consegue se alegrar nem que for um pouquinho com as conquistas dos outros. Ao contrário, quando alguém conquista o emprego que ela quer mas não consegue, ou faz os amigos que ela não tem, ou visita lugares onde ela nunca foi, a frustração, a amargura, a pequenice vai tomando conta de qualquer coisa boa que por ventura ela ainda tenha dentro dela. O que eu não entendo é essa necessidade de vestir pele de cordeiro e deixar lá seu comentário todo bonzinho. E se faz de vítima, de injustiçada, choraminga que ela não tem as mesmas oportunidades que os outros tem, mas a verdade é que essa pobreza de espírito toda é como uma nuvem negra a envolvendo, difícil alguém se sentir bem perto dela. A vida de todo mundo vai pra frente com o tempo: empregos, diplomas, filhos, só a dela que continua empacada, sempre na mesma, sempre estacada naquele buraco escuro, anos e anos perseguindo algo que nunca chega. Porquê será, hein? O pior, é que quando a gente vê que finalmente a loba conseguiu o que tanto queria, a gente pensa “ah, agora ela vai melhorar, vai ser mais generosa, vai relevar mais as imperfeições alheias, vai se livrar de vez da nuvem negra de más vibrações, vai ser menos amarga”, mas que nada, a língua ferina continua a mesma.
Cada um escolhe como e com quem tem amizade, mas se eu já tinha um pé atrás com amizades virtuais, agora tenho não só os dois pés atrás, tenho o corpo inteiro. E deixo aqui o sincero conselho para quem lê esse humilde blog: tenha cuidado na internet. Nem todo mundo é o que parece ser, nem todo mundo que te adula gosta de você, é absurdamente fácil escrever um comentário todo bonzinho num site e por trás, mesmo sem tem conhecer, falar horrores de você. O que a loba não sabe é que uma pessoa normal, ao ouvi-la falar tão mal de uma desconhecida, que a loba só conhece de ler o blog, pensa que essa loba boa coisa não é, ou é mesmo maluca.
Mas é isso que eu queria falar povo, abramos nossas butucas e deixemos nossas espingardas de chumbo prontas. Matar a gente não mata, mas que a loba vai sair de forévis quente se ficar me enchendo o saco, a isso vai...
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Se há uma coisa que eu detesto, mas realmente não suporto, é gentinha "lobo em pele de cordeiro". OK, você vai dizer, mas quem gosta? Lógico que ninguém gosta, mas eu DETESTO e tenho que expressar aqui esse meu desgostar.
Detesto a loba em pele de cordeiro mais do que detesto gente ruim-ruim-ruim-de-marré-de-si, porque gente ruim-ruim-ruim-de-marré-de-si é ruim e pronto, não fica de lero lero mansinho pra cima dos outros, mas a loba...
Eu gostaria de poder aqui descrever fatos e dar nomes aos bois, mas isso significaria trazer essa pessoa de volta para a minha vida, ainda que vida virtual, e isso é a última coisa que quero. Significa também contar coisas que a pessoa aprontou com outros, o que contraria a minha política de "se não é da minha conta eu não me envolvo". Mas me dá um nó no estômago cada vez que entro num blog e vejo o comentário todo docinho da pessoa, quando sei que por trás da tela, aqui na vida real ( que convenhamos, é a que importa ), a pessoa só tem comentários maldosos e palavras amargas a dizer dos outro ( e para os outros ).
Por algum tempo, ouvia as "aprontações" dessa pessoa e pensava, ela é louca. Hoje acho que não é loucura, é pobreza de espírito mesmo. Pobreza de espírito porque a pessoa não consegue se alegrar nem que for um pouquinho com as conquistas dos outros. Ao contrário, quando alguém conquista o emprego que ela quer mas não consegue, ou faz os amigos que ela não tem, ou visita lugares onde ela nunca foi, a frustração, a amargura, a pequenice vai tomando conta de qualquer coisa boa que por ventura ela ainda tenha dentro dela. O que eu não entendo é essa necessidade de vestir pele de cordeiro e deixar lá seu comentário todo bonzinho. E se faz de vítima, de injustiçada, choraminga que ela não tem as mesmas oportunidades que os outros tem, mas a verdade é que essa pobreza de espírito toda é como uma nuvem negra a envolvendo, difícil alguém se sentir bem perto dela. A vida de todo mundo vai pra frente com o tempo: empregos, diplomas, filhos, só a dela que continua empacada, sempre na mesma, sempre estacada naquele buraco escuro, anos e anos perseguindo algo que nunca chega. Porquê será, hein? O pior, é que quando a gente vê que finalmente a loba conseguiu o que tanto queria, a gente pensa “ah, agora ela vai melhorar, vai ser mais generosa, vai relevar mais as imperfeições alheias, vai se livrar de vez da nuvem negra de más vibrações, vai ser menos amarga”, mas que nada, a língua ferina continua a mesma.
Cada um escolhe como e com quem tem amizade, mas se eu já tinha um pé atrás com amizades virtuais, agora tenho não só os dois pés atrás, tenho o corpo inteiro. E deixo aqui o sincero conselho para quem lê esse humilde blog: tenha cuidado na internet. Nem todo mundo é o que parece ser, nem todo mundo que te adula gosta de você, é absurdamente fácil escrever um comentário todo bonzinho num site e por trás, mesmo sem tem conhecer, falar horrores de você. O que a loba não sabe é que uma pessoa normal, ao ouvi-la falar tão mal de uma desconhecida, que a loba só conhece de ler o blog, pensa que essa loba boa coisa não é, ou é mesmo maluca.
Mas é isso que eu queria falar povo, abramos nossas butucas e deixemos nossas espingardas de chumbo prontas. Matar a gente não mata, mas que a loba vai sair de forévis quente se ficar me enchendo o saco, a isso vai...
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