dinsdag, oktober 30, 2007
Devaneios...

Estou cansada, cansada, cansada, espirrando feito bode velho, o corpo todo dói, a garganta raspando, uma febrinha chata. Eu daria TUDO pra amanhã poder ficar em casa.

Mas o negócio está tão feio, mas tão feio, que me dá até calafrios em pensar na bomba que vai estourar se eu não for.

Alguém conhece algum remédio "força na peruca"? Porque minhas nêgas, estou tão precisada, mas tão precisada, que se você visse até ficaria com dó.

Eu quero a minha mãe!


zondag, oktober 28, 2007


Eu não sei a vida de vocês como é, mas a minha é cheia de altos e baixos. Tem dia que estou cantando feito passarinho e outros que queria me enfiar debaixo das cobertas e dormir 3 dias. Será que há alguém que seja feliz o tempo todo?

Todos os meus dias são uma verdadeira batalha. Acordo já pensando que naquele dia tenho que fazer o impossível no trabalho, ou que tenho que deixar de comer X calorias para perder os pneus, ou que tenho que ler N páginas de um livro em holandês... Luto todos os dias sozinha contra um exército de mil. Alguns dias venço, e muitos perco. Fazer o que, é a vida não é?

Tenho muito, materialmente ou não. Tenho um marido que fez de mim a prioridade dele, tenho amigos maravilhosos, tenho um bom emprego, tenho uma casa e quase outra, viajo, não passo necessidades. E apesar dos dias de batalha perdida, sou no geral uma vencedora. E aproveito cada segundo das minhas vitórias, porque nada, absolutamente nada na minha vida veio de mão beijada.

É por isso que não admito, não suporto,não tolero neguinho preguiçoso, acomodado, que fica em casa coçando o saco o dia todo vir me criticar. Gente que nunca terminou nada do que começou, não terminou um cursinho sequer ( nem que fosse de ponto cruz ), não tem um diploma, nunca batalhou por um emprego, não tem direito de dizer um "A" de mim.

E que não me venham dizer que Deus isso que Deus aquilo, que a alegria não está no material e blá blá blá, porque é só o Deus dos ignorantes que prega a pobreza. Meu Deus se alegra com gente batalhadora, com gente que aproveita as chances que ele coloca nos nossos caminhos, com aqueles que são produtivos. A felicidade está nas pequenas coisas? A felicidade está em TODAS as coisas! Em tomar um copo de vinho barato rindo com os amigos. Em comprar um carro carésimo, porque o que paga pelo carro é o SEU trabalho.

No fim das contas, ditinha tá se remoendo com a minha casa nova, mas se remói no quentinho do sofá assistindo CSI Miami, e não congelando a bunda no frio pra ir pra uma aula de holandês, por exemplo, como eu tantas vezes fiz depois de trabalhar mais de 8 horas. Ou saindo pra ir trabalhar ainda no escuro. Porque quem também está na ralação não tem inveja, quem tá na ralação pensa: olha lá, ela batalhou e conseguiu, então eu vou conseguir também!

Ah, a Adriana quer tudo! Quero, e quem não quer? Eu quero um marido maravilhoso, uma casa linda, um carro confortável, um emprego gratificante, amigos pra toda hora, um filho saudável, muitas viagens, gato, cachorro e papagaio... Mas tô ralando pra conseguir, ralando o fiofó nas pedras sem direito a paracetamol no final. Mas a cada dia estou um passinho mais perto da linha de chegada, e quando eu chegar, vou sentar com a coleção inteira de DVD's do CSI Miami, numa tela plana de 100 polegadas, com surround sound e pipoca com manteiga. Quem viver verá!







donderdag, oktober 25, 2007
Sinal de fumaça

Cansada, minha gente, estou muito cansada...

Cheguei da Espanha, mal abri meu computador já tive workshop 2 dias inteiros, tudo acumulando, vou ter que ir pra Portugal, e as férias pro México chegando...

Não sei com quem vou deixar meus pepinos, não aluguei nosso carro, não escolhi o móvel do banheiro, estou me sentindo uma meleca, incapaz de levar algo até o fim.

Mas isso passa, acho eu. Ou espero eu...



zaterdag, oktober 20, 2007
Depressão de inverno

Cheguei de San Sebastián ontem, e apesar de ser uma viagem a trabalho, é sempre bom ir para lá. A cidade é linda, a comida é famosa em toda a Europa, e os hotéis são sempre bons.

Na última noite, o fornecedor nos levou num restaurante no alto de uma colina, funciona na casa de um ex-campeão de cortar lenha, um lugar bem rústico, paredes de pedra, muita madeira, uma salamandra queimando uma lenha cheirosa, um lugar bem simples mas muito especial.

Essa é uma das coisas que mais gosto no meu trabalho, visitar fornecedores. Gosto porque eles sempre querem nos mostrar o melhor da cidade deles, e acabo indo a lugares muito especiais. Esse restaurante, onde tiramos nós mesmos a sidra do barril, tomamos café no bulezinho de Ágata, fomos recebidos por gansos estressados, vai ficar pra sempre na minha lembrança.

E chegando em Eindhoven, que frio! Já está anoitecendo cedo e amanhecendo super tarde. Essa noite fez zero graus.

Sabem, decidi que esse ano eu não vou sofrer calada. Todos os anos tenho depressão de inverno, às vezes mais forte, às vezes suportável. O inverno mal começou e eu já estou deprimidíssima, e isso não é vida. O que eu mais detesto dessa depressão, é que eu sofro sozinha, não tenho ajuda. Bart acha que é exagero, não dá muita atenção, quer continuar a vida como se nada fosse, mas tem dia que tudo o que eu quero ( e consigo fazer ) é ficar na cama lendo um livro, ou jogando The Sims. E comendo, clááááro. Se depois de eu voltar do México continuar assim, vou ao médico.

Já na segunda, volto para a academia, dizem que exercício físico é um bom antídoto para a depressão.


vrijdag, oktober 19, 2007
Estou voltando pra casa...

A falta de post se deve a mais uma viagem para fornecedor, estou em San Sebastián, onde já estive no ano passado, no meio do País Basco. A cidade é linda, linda, linda. É uma pena eu não poder estar aqui com FH, de quem estou morrendo de saudade aliás.

Tenho algumas histórias legais daqui pra contar, mas será só quando eu voltar, pois mal estou tendo tempo para escovar os dentes.

Neste fim-de-semana quero ficar em casa, agarrada ao meu maridinho e aos meus gatos, comer pão com oud kaas e ficar de crocs com meia o dia todo.

Fui!


maandag, oktober 15, 2007
Tiritas pa'ese corazón partio...

A aventura começou às 5 da manhã do sábado, saí de Eindhoven rumo a Paris no escurão, farofa no banco ao lado, TomTom programadinho.

A viagem não é ruim, considerando que você sai da porta da sua casa e pode ir, com o TomTom, a qualquer ponto de Paris sem grandes dramas, compensa bem. Eu só preciso, e preciso mesmo, dum carro mais confortávelzinho. Cheguei ao Aeroporto lotadésimo, peguei meu irmão, que emoção!

Fomos ao centro de Paris e estacionamos pertinho do Arco do Triunfo. O estacionamento é carésimo, afemaria! Pegamos o ônibus sem teto verdinho, pois meu irmão queria ver tuuuuudo em 1 dia, pois só esteve em Paris antes do meu sobrinho nascer, minha cunhada ainda estava grávida. Esfriou, passamos frio, Adriana comprou um moletom gigante pink bordado "Paris", breguinha que só ele, mas foi o mais baratinho que achei. Fomos à Torre Eiffel ao anoitecer, compramos uns presentinhos no Hard Rock, comemos ali em Montmatre mesmo, e fomos pro hotel.

O hotel, uma surpresa. Todo mundo sabe como Paris é caro, e os hotéis "econômicos" do aeroporto estavam todos lotados. Achei por acaso um hotel chamado Suitehotel, da Accor, por 69 euros para duas pessoas, um pouquinho mais caro que o ETAP. Fui preparada para ser um hotel bem xulé, mas gente, que hotelzinho ótimo. O quarto enorme, com uma cama de casal durinha mas confortável, uma cama de solteiro, geladeira e microondas, banheiro de fibra de vidro simplezinho mas super limpo e bonitinho, ótimo mesmo. Apesar dos aviões passando o tempo todo, não se ouve um pio. Quem for por essas bandas de carro, vale a pena!

No domingo, meu irmão foi cedinho para o aeroporto com o shuttle do hotel e eu fui pra Disney.

***** Pausa dramática

Eu odeio, ODEIO, despedidas. E dessa vez, mais do que nunca, eu percebi como me incomoda o fato dos meus sobrinhos estarem crescendo e eu estar tão longe. Meu irmão falando que a Fê está assim, o Bru está assado, como me senti "deprê". Pergunta é: Deus, já faz cinco anos que moro aqui, isso não passa nunca???

***** Fim da pausa dramática


Fui para a Disney chorando, pensando em quanto eu fui burra, inconsequente, tapadona mesmo, quando decidi mudar pra Holanda, só pensando no meu novo marido, na minha nova casa, no meu novo país, no meu futuro emprego. Pensei tão pouco na saudade que eu teria da família! Burra, burra e BURRA.

***** Outra pausa dramática

O pior, é que estou comprando uma casa nova, grande, onde vou ter espaço de sobra pra fazer um quarto de visitas, até dois se eu quiser. É claro que já estou pensando nos meus sobrinhos me visitando, na minha mãe, nessas viagens de negócios do meu irmão, em mil amigos... Mas a verdade é que o Euro ainda está 3 pra 1, e que pouca gente vai vir pra essas bandas, e se vierem vai ser uma vez na vida outra na morte. Como ensinar essa cabecinha de vento minha a "cair na real"?

***** Fim da outra pausa dramática


Mas então... Passei o dia na Disney, comprei um ingresso Hopper que dá direito também a ir no Disney Studios, mas sinceramente, é minúsculo, as poucas atrações são cópias-carbono de atrações do parque em Orlando, e a Tower of Terror ainda está em construção. A Disneyland Paris continua linda, linda, linda. Amo. Acho que ir a Paris sem ir à Disneyland é um desperdício, se bem que não é todo mundo que gosta de parques temáticos como eu.

Dirigi de volta pra casa com o corpo em frangalhos mas a alma leve, flutuando. Acho que no dia que eu tiver meus sobrinhos me visitando, e levá-los à Disney, vou morrer de felicidades.



vrijdag, oktober 12, 2007
Não entendo, não entendo e não entendo!

Lendo sobre o caso da tal Elisabete de Santos, que depois de duas tentativas mal sucedidas de aborto deu à luz a uma menina que jogou num rio, encontrei esse site aqui, com uma reportagem da Veja, e pergunto, porquê sempre a solução está na legalização do aborto?

Para começar, não consigo, não admito, acho o absurdo dos absurdos colocar essa mulher como vítima, como coitadinha. Quão difícil é colocar um bebê numa caixa de papelão, enrolada num trapo, e deixar na frente de alguma casa? Mas...Jogar no rio? Isso não entra na minha cabeça.

E é claro, a turma dos "pró-aborto" ataca de novo full-force, com os velhos e "maus" argumentos de que já que se faz clandestinamente mesmo, vamos legalizar, e vamos dar a mesma "oportunidade" para os pobres já que a classe média e alta tem acesso aos bons "aborteiros" e só os pobres é que vão parar nos açougueiros, etc etc etc...

No blog Sindrome de Estocolmo, da Denise, ela comentou esse mesmo assunto no dia 10 de Outubro, e li nos comentários uma colocação brilhante: porque ao invés de gastar a verba pública criando toda a estrutura para a legalização do aborto, não se cria com esse dinheiro um programa de auxílio à essa mãe que quer, mas não pode criar seu filho? E vou mais além, porque não se cria um sistema simples e acessível de se colocar a criança para a adoção? Antigamente, como mostrado na novela Terra Nostra, haviam as tais "rodas" onde se colocava a criança girava-se uma porta, e a instituição cuidava da adoção da criança. Ou então nos próprios hospitais, quando a mãe dá a luz. Existem tantas formas de dar opções à mulher, sem necessariamente ter que acabar com a vida daquele serzinho cuja única proteção é o ventre ( e a consciência ) da mãe.

Quem defende o aborto, trata o assunto como se fosse uma "doença a ser curada", e curada fácilmente, diga-se de passagem. Você marca sua consulta, conversa com a psicóloga, deita na maca, toma uma anestesiasinha, em 1 hora está "curada" e pode ir pra casa. Será que é assim mesmo, tão fácil, tão seguro, tão indolor?

Li um artigo onde uma mulher que se submeteu ao aborto dizia que ela fez três perguntas: é doloroso? é uma vida? terei problemas para ter filhos no futuro? A resposta para as 3 perguntas foi "não". Ninguém falou para ela que depois de passada a anestesia e o efeito dos sedativos, doía sim, como qualquer outra cirurgia, mas nada comparado à dor "psicológica" pós aborto. Depressão, culpa. Ninguém falou para ela que um "feto", que eu prefiro chamar de bebê, com 10 semanas já tinha bracinhos, perninhas, cabeça. E ninguém falou que as chances de aborto espontâneo em quem se submeteu ao aborto é duplicada. E tudo isso nos EUA, onde a estrutura para o aborto existe.

Minha mãe sempre me disse que "toda a liberdade custa uma responsabilidade" e eu acho que isso se aplica bem ao caso da gravidez não planejada. A mulher sexualmente ativa tem que se previnir de uma gravidez indesejada. O índice de fallha da pílula corretamente tomada é menos de 1%. Do DIU idem. E se falhar? A mulher terá a responsabilidade de, ao menos, levar a gravidez a termo e se não quiser mesmo o filho, colocá-lo para a adoção. Ah, Adriana, mas é cruel demais, passar 9 meses grávida de um filho que se sabe que vai ser "dado", enfrentar a família, a sociedade... Sim, não é fácil, mas é justo. Injusto, é negar àquele que não tem culpa de nada, a chance de viver.

Hoje em dia, a sociedade, talvez por essa besteira dos "pro-life" de pregar a abstenção sexual antes do casamento, associou quem seja contra o aborto à uma imagem de gente atrasada, pouco esclarecida, "demodê". Gente moderna, inteligente, é a favor do aborto. Triste isso. Não sou pró-life, não sou pró-choice. Tenho 34 anos, sempre me preveni, e se o fiz, foi porque tive acesso à informação, tive acesso à pílula, preservativos, DIU. Mas principalmente, tive responsabilidade. Escolho então, não fazer campanha a favor do aborto, mas sim a favor da informação, do acesso aos métodos contraceptivos. E que se eduque meninos e meninas, desde a crianças, à responsabilidade que vem junto com a liberdade sexual.


donderdag, oktober 11, 2007
A nova onda

Quando "inventaram" o blog, foi uma "onda" tão violenta de gente contando de tudo na internet que até o Fantástico fez uma matéria sobre essa nova mania.

Quando os EUA invadiram o Iraque, líamos blogs de jovens iraquianos para ter um "inside view" do conflito. Haviam estudantes na China que driblavam a censura a blogs, ainda há aliás.

Naquele início, o povo que começava um blog, era meio inocente. Acho que não só eu, mas a maioria, achou que só os amigos íam ler ali suas venturas e desventuras, ou a família, gente que fosse torcer sempre pelo nosso "final feliz". Não demorou muito a se perceber que não era bem assim, que muita gente pobre de espírito acabava parando no seu site, invejando seu carrinho prateado, seu casaco de couro, seu apartamento na praia, seu cachorro de raça, seu namorado todobom, seu emprego, seu cabelo loiro, a curvatura do seu dedo mindinho...

E como foi que descobrimos essa inveja toda? Porque inventaram a maravilhosa ferramenta "comentários". Muito legal saber que não estamos falando ( ou escrevendo ) com as paredes, há vida do outro lado. Mas percebemos então que nem todo mundo teve educação em casa, e enquanto muitos davam suas opiniões educadamente pelo sistema de comentários, muitos deixavam comentários agressivos, palavrões, um horror. Claro que mais que depressa foi criado ao sistema de gerenciamento de comentários. Até nome esse povo ganhou: trolls.

Eu em particular, criei meu próprio jeito de chamar esses "trolls": focas. É que uma das trolls me escreveu, me chamando de váááários nomes, entre esses me chamou de "foca de merda". Eu fiquei pensando, porque uma foca? Poderia ser um elefante, já que esse é o "xingamento" principal dirigido a mim ( por causa dos meus ossos largos). Ou hipopótamo? Já pensaram, hipopótamo de merda, que interessante? Demorou muito para que eu percebesse que "foca de merda" era na verdade "fossa de merda", escrito por uma semi-analfabeta qualquer que escreveu fossa com c-cedilha e provavelmente dum teclado sem acentos.

Mas o blog envelheceu. Os blogueiros ficaram mais espertos, começaram a não se expor tanto. Menos detalhes de suas vidas pessoais, menos fotos. Muitos pararam de vez. Eis que vem a nova evolução: o blog com senha.

Os primeiros eram um scriptizinho muito chulé que qualquer um mais espertinho descobria a senha, já que a senha aparece no script. Blé. Mas então o blogger ( USA ) se superou, criou um blog que só pode ser acessado por convidados. E esse sim é "inadentrável" sem o tal convite.

Eis que se inicia então a nova onda: o blog "privado". É a sacramentação da panela virtual. Engraçado que até quem reclamava que expatriado faz "panelinha" entrou na onda. Muitos, e digo muitos mesmo, estão fechando seus blogs e reabrindo-os "privadamente". Outros mantém dois, um público outro "discreto". Eu acho óóóóótemo. No público discute-se coisas do dia-a-dia, no privado, mantém-se uma conversa mais profunda com quem se tem mais intimidade ou afinidade. Democracia total.

Só vou dar aqui uma diquinha preciosa, pra neguinho não achar que tem gente "furando" o sistema de convite do blogger. Colega, não seja uma anta parangolé, vá na opção "show blog on listing" e coloque "no", porque se você deixar o padrão "yes", qualquer um que googar seu blog ( ou seu nome ) secreto vai lê-lo no cache do Google.

Logo, ser "convidado" de blog secreto vai ser simbolo de status, já até imagino, o mesmo povo que compete "amigos" no Orkut ( ainda me surpreendo com neguinho que tem 428 amigos no Orkut ), se gabando pro colega que é convidade de 7 blogs privados.

Porque a humanidade evolui, colegas, pero no mucho...


dinsdag, oktober 09, 2007
Se felicidade matasse...

Estou indo para Paris no sábado para passar o fim-de-semana com outro homem... Meu irmão!!!!

Ele está em Luxemburgo à negócios, veio na semana passada, mas como estávamos em Mallorca não pôde passar o findi conosco. No fim de semana que vem, ele chega em Paris no sábado, pega o avião para o Brasil no domingo, então irei no sábado de manhã, passarei o dia com ele, e volto no domingo.

Aliás, o povo acha que por estarmos tão perto de Paris ( Eindhoven fica a 400 km ), é fácil chegar lá. Fácil até é, só não é barato, a não ser que você planeje moooito antes.

Na correria, tentei achar uma passagem de Thalys ( o trem ), mas saindo em horários ruins, de Rotterdam, a passagem ida-e-volta custava mais de 170 euros. De avião, pela KLM era mais barato, 160 euros, mas tinha que ir na sexta, dormir por lá, e pagar uma diária de hotel a mais. No fim, eu, que detesto dirigir, decidi ir pilotando nosso Atos Amarelo ( vulgo Sponge Bob ). Vou comprar muitas tranqueiras para ir "degustando" no caminho, vou lotar meu celular-mp3 de musiquinhas legais, e rumbora. Saio de casa às 4 da madrugada pra ver se chego lá ainda cedo.

E sabem do que mais? De quebra, na volta, mesmo sozinha vou ver se passo pela Disneyland Paris!!!! Eu amo a Disneyland Paris, e eles estão comemorando os 15 anos, tem castelo enfeitado e parada especial e tudo. Fico lá até as 4 da tarde, e dirijo de volta.

Vai ser suuuuper cansativo, mas vancombiná, que aventura, né não?



maandag, oktober 08, 2007
Voltei!

Molhei minha bunda no mar azul e quentinho de Mallorca, comi paella, me bronzeei. Estou tinindo para os próximos 2 meses antes das "férias grandes".

Ex-grávida está de volta, mama-mia, que surpresa! Estava esperando uma colega meio deprimida (por se separar da bebê), cansadona (por acordar 3 vezes por noite para amamentar e ainda ter que vir pro trabalho), e meio borocoxô-culpada (por deixar a bebê na creche), mas encontrei uma colega maquiada ( ela raramente usava maquiagem ), de cabelo novo, roupas esvoaçantes, salto alto!!!! A filha adora a creche, dorme a noite toda, fica acordada das 6 as 10 brincando com os pais... Há esperança!

Muito à contar, mas o tempo urge.

Sabem do melhor? Chinesa se vai em duas semanas. Vai tirar 2 semanas de férias antes de começar o emprego novo. E comentou com a ex-grávida e o comprador bigodudo que nem vai usar o "salário desemprego". A ex-grávida mais do que rápido arrematou: não teria nem cabimento, esse é um benefício para quem precisa de ajuda pra colocar comida na mesa, e não pra viajar de férias. Quando eu disse isso umas semanas atrás, a Chinesa respondeu: não me importa, é meu direito e o que eu faço com o dinheiro é da minha conta. Mas quando a ex-grávida falou, ela abaixou a cabeça e ficou quietinha. Ai, como eu queria intimidar as pessoas como a ex-grávida! Com ela, ninguém levanta a voz não...


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